Assista os vídeos abaixo e façam um resumo elaborando cinco questões com respostas para entregar.

Atividades para serem desenvolvidas entre os dias 04/05 à 10/05 (8ºA)

Nosso tema desta semana é IMIGRAÇÃO
Você sabe o que este termo significa?

Observe o mapa abaixo, ele está relacionado ao assunto.
Plano de Aula - 8º ano - Geografia - Os primeiros a deixarem a ÁfricaResponda:
1) Quais foram os caminhos percorridos pelos povos para chegar até à América?

2) Entre a Europa e a América existe um estreito. Pesquise qual é o nome dele.

 A pintura abaixo retrata uma Imigração Italiana
intitulada "Os Emigrantes", de Antonio Rocco.
File:Antônio Rocco - Os emigrantes.jpg - Wikimedia Commons










1) 




Por quais razões as pessoas imigram de um país para outro?






























2) Observe a fisionomia das pessoas na imagem e faça uma descrição das razões que as levaram à sair do lugar onde estavam.
3) Pesquise a diferença entre:
IMIGRAÇÃO
EMIGRAÇÃO
MIGRAÇÃO
MIGRAÇÃO SAZONAL
MIGRAÇÃO PENDULAR

4) Faça uma pesquisa sobre o nome do navio abaixo e escreva um resumo sobre o que ele tem haver com o tema da aula desta semana.
Centenário da imigração japonesa no Brasil - Brasil Escola

Estas atividades são para esta semana e deverão ser enviadas para meu e-mail.

geomaralvarosimoes@gmail.com






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Atividades para serem desenvolvidas entre os dias 26/04 à 30/04

8a

Olá meus queridos alunos estaremos nos comunicando através deste e de outros canais.

sou o professor Marcelo (geografia)



Para começar, leiam o texto abaixo e responda o que se pede.


 Escravidão no Brasil.    


Por Ana Luíza Mello Santiago de Andrade

Graduada em História (Udesc, 2010)

Mestre em História (Udesc, 2013)

Doutora em História (USP, 2018)


A escravidão no Brasil ocorreu entre os séculos XVI e XIX e foi uma forma de exploração da força de trabalho de homens e mulheres africanas, sustentada pelo tráfico negreiro pelo oceano Atlântico. O processo de apresamento na África, seguido da travessia do oceano e a chegada em terras brasileiras foi bastante complexo. O fluxo de africanos de diversas partes do continente foi tanto que os escravizados chegaram a compor 75% da população em lugares como o Recôncavo Baiano, por exemplo.


Tráfico de escravos pelo Atlântico

Sobreviver foi uma tarefa difícil. As mortes eram constantes e a taxa de natalidade muito baixa, por conta disso e pela pouca importância dada à reprodução, houve necessidade constante de importar mão-de-obra, sustentando o tráfico atlântico. Este figurou como atividade lucrativa para um grupo bastante influente de traficantes.





Interior de um navio negreiro, pintura do artista alemão Johann Moritz Rugendas. (aprox. 1830).


É com a chegada dos portugueses na costa atlântica ao sul do Saara, no século XV que as formas de comércio se modificam e o uso da violência passou a ser comum. Cerca de 4,9 milhões de africanos vieram para o Brasil. As plantations e os monopólios eram a base da agricultura escravista e garantiram a escravidão como um negócio lucrativo.


O processo de escravização começava no continente africano. O primeiro movimento era o apresamento pelos traficantes, seguido de uma longa viagem pelo interior da África até a chegada na costa atlântica. Esta viagem obrigava os cativos a percorrerem um longo caminho até a chegada nos portos. Muitos deles não resistiam às doenças ou mesmo ao esforço físico. Os que chegavam aos portos chegavam a esperar um longo tempo até que os navios negreiros tivessem “carga” suficientemente lucrativa para fazer a travessia do atlântico.


A travessia nos navios negreiros era marcada pela violência e pelas condições insalubres. Antes de embarcar os homens e mulheres cativos eram marcados com ferro – ou nas costas ou no peito – como forma de identificação do traficante a quem pertenciam. Um único navio carregava cativos de diversos traficantes e locais de origem. E assim os senhores os preferiam: trabalhadores de etnias e culturas diferentes pois dificultava a comunicação e prevenia a formação de rebeliões e motins.


Entre os séculos XVI e XVIII as caravelas portuguesas tinham capacidade de transportar aproximadamente 500 cativos por viagem. Já os navios a vapor faziam o transporte de aproximadamente 350 escravos, já no século XIX, quando, aos poucos, a escravidão foi sendo abolida em diversas nações do mundo, num processo iniciado pela Inglaterra.


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A viagem nos navios tinha como dieta básica o azeite e o milho e, por conta desta alimentação pobre em vitaminas, especialmente a vitamina C, muitos escravizados chegavam com escorbuto, doença bastante comum neste contexto. O fim da travessia se dava com a chegada aos portos brasileiros como os de Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Luís e Belém. Os principais portos à época eram os de Salvador e Recife, mas, após a descoberta do ouro na região das Minas Gerais o porto do Rio de Janeiro ganha destaque e passa a receber um número cada vez maior de cativos.


Chegada ao Brasil

A chegada era marcada, inicialmente, pela burocracia. Classificados por sexo e idade posteriormente eram enviados para o local onde se faziam os leilões de escravos, que poderia ser já na alfândega ou nos armazéns próximos à região portuária.


Como chegavam bastante debilitados: doenças, feridas na pele, com vermes e escorbuto e com pouco peso era preciso valorizar a “mercadoria” e para venda os cativos eram limpos, tinham os cabelos e barbas cortados, e passavam óleo na sua pele. Neste momento recebiam uma alimentação mais cuidadosa para melhorar o aspecto. Já para esconder a aparência depressiva – chamada de banzo - causada pela exploração e imigração forçada os cativos recebiam produtos estimulantes como tabaco.


Além da venda in loco os homens e mulheres escravizados eram anunciados nos jornais. Ao buscar os periódicos do período este tipo de anúncio é facilmente encontrado. Postos à venda a partir do seu sexo, idade e etnia a preferência se dava por homens adultos – os mais caros. A venda envolvia garantias: caso o cativo apresentasse alguma doença ou debilidade física nos quinze dias sequentes à venda podia ser devolvido.


Locais de aplicação da mão de obra escrava

Aqui os escravizados foram destinados ao trabalho nos latifúndios de cana de açúcar, nas minas de ouro e diamantes, nas fazendas de café ou mesmo no trabalho doméstico ao longo dos séculos XVI, XVII, XVIII e XIX. O comércio de homens e mulheres africanos ocasionou na morte e no sofrimento de milhões de pessoas.


Havia distinção entre os cativos domésticos e os do campo. Os destinados às casas-grandes viviam uma vida mais próxima dos senhores, e conheciam a fundo seu cotidiano. Por isso mesmo houve uma delimitação bastante evidente nas casas entre as áreas sociais e de serviço, presentes até hoje nos elevadores de edifícios separados entre social e de serviço, que servem para demarcar os lugares sociais de patrões e empregados. Já os escravizados destinados ao trabalho no campo levavam uma vida mais sacrificada embora ambas as formas de trabalho fossem forçadas e de exploração.




Escravo sendo açoitado em público. Pintura de Johann Moriz Rugendas.


A escravidão foi um processo de extrema violência. A monocultura necessitava um grande número de trabalhadores que eram submetidos a uma rotina de trabalho difícil, pesada, sem lucros para os cativos, força de trabalho da produção latifundiária. O trabalho era intenso e o próprio cotidiano nos engenhos, nas fazendas ou nas minas, já representava uma violência impactante.


Os escravizados eram assombrados pela presença dos castigos físicos e das punições públicas. Várias foram as formas de humilhação. O tronco, o açoite, as humilhações, o uso de ganchos no pescoço ou as correntes presas ao chão representavam a violência a que eram submetidos os cativos. A escravidão é um sistema que só funciona com a presença da violência.


Ainda assim é preciso destacar o papel importante das revoltas e das rebeliões, formas de resistência à exploração imposta, como a experiência dos quilombos – como o de Palmares - e as diversas táticas praticadas para fugir da violência injusta. Homens e mulheres cativos não foram passivos ao sistema a que foram submetidos reagindo das mais variadas formas.


Leia também:


Fim da escravidão no Brasil

Lei Áurea

Lei Eusébio de Queirós

Lei do Ventre Livre

Comércio triangular

Campanhas abolicionistas

Referência:


SCHWARCZ, Lilia & STARLING, Heloisa. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.


1- Façam resumo do texto (escrevam o que vocês entenderam).

2- responda às questões

  1. Em que séculos ocorreu a escravidão no Brasil?

  2. Por quais razões eles eram trazidos?

  3. De que continente eles vinham?

  4. Por que os compradores preferiam escravos de etnias diferentes?

  5. Um Estado brasileiro atraiu muita mão de obra escrava. Qual foi ele e qual foi a razão?

  6.  Em que locais à mão de obra escrava eram mais aplicadas?

  7. Explique Plantation e Monopólio.


3- Faça uma pesquisa sobre o que foi a Lei do Ventre Livre.


Estas atividades são para esta semana e deverão ser enviadas para meu e-mail.

geomaralvarosimoes@gmail.com




























GLOBALIZAÇÃO - Globalização em três tempos - GLOBALIZATION

GLOBALIZAÇÃO 

A globalização corresponde a um processo dinâmico de interação entre as nações, proporcionado pelos progressos técnicos dos meios de transportes e telecomunicações, com destaque para os avanços informacionais das últimas décadas.

GLOBALIZAÇÃO EM TRÊS TEMPOS

A globalização tem uma divisão em três tempos:
1.      O período da expansão marítima de fins do século XV até mais ou menos 1620
2.      O período da Revolução Industrial 1850-1945
3.       Período tecnocientífico após a década de 1970.
Tais contextos que causaram profundas transformações espaciais no mundo.
O espaço geográfico abrange não apenas os objetos naturais e artefatos humanos, mas também a rede de relações criada por fluxos de pessoas, mercadorias, capitais e informações numa escala mundial. Ela surge da interação mediana pelas técnicas, entre as sociedades humanas e a superfície terrestre.


A expansão marítima e era dos descobrimentos
A busca pelo entendimento do espaço, elaboração de mapas, vem desde a idade Média, onde foram produzidos muitos mapas, todos com um sentido cristão, sobrenatural, como os mapas “T”, ou “O” Os três continentes conhecimentos, Europa, Ásia e África, eram representada por meio de cursos d´água, que formavam o “T”.
O mapa múndi medieval representava a superfície terrestre em 3 continentes: Ásia, Europa e África




Atualmente é concebido a existência de 6 continentes: América, Europa, África, Ásia, Oceania e Antártida.




A façanha de Colombo
Cristóvão Colombo, cartógrafo e navegador, foi o primeiro europeu a chegar às Américas, no dia 12 de outubro de 1492.
Colombo usou as forças da natureza para conseguir sua façanha de atravessia do Atlântico, usando as correntes, de ar e vento, utilizou-se dos ventos alísios de nordeste para tomar o rumo das Américas e os ventos de sudoeste para retornar à Europa.
Os ventos são resultantes da influencia do movimento de rotação, que move a Terra de Oeste para Leste.

Conquistas e explorações de novas terras
 Portugal e Espanha ocuparam as maiores extensões territoriais da América, pois possuíam condições política favoráveis, sendo o maior financiador das expedições marítimas e por acumularem conhecimentos preciosos dos “segredos do mar”

RESPONDA !

1. Como os europeus imaginavam o mundo antes da viagem do navegador Cristóvão Colombo?

2. Por que Cristóvão Colombo ficou conhecido como o “senhor dos ventos”?

3. Explique o que foram os povos pré-colombianos.


O meio técnico: a força das máquinas na produção e na circulação
A Revolução Industrial é caracterizada pela mudança do trabalho artesanal para o Industrial. Ela representou a substituição do uso da energia humana ou animal pela energia mecânica. A combustão do carvão mineral e a máquina a vapor
Surgiram os navios a vapor e as ferrovias, que possibilitaram a ampliação dos fluxos de mercadorias e de pessoas entre os países. Além disso, a Revolução Industrial promoveu o crescimento das cidades.
 Antes disso a população europeia vivia no campo e produzia o que consumia. De maneira artesanal o produtor dominava todo o processo produtivo.

. Impactos da industrialização no meio urbano
• aumento da poluição atmosférica; Como esta poluição se formou e o que ela gerou?
•  aumento dos riscos de saúde associados à poluição. Que tipos de doenças?


O período tecnocientífico e a inclusão no mundo digital
O atual período tecnocientífico apresenta características da era da informação, como:
• modernas redes de telecomunicações - antenas parabólicas e de telefonia celular, cabos de fibra óptica, redes de computadores, etc.;
• grandes infraestruturas de transportes - aeroportos, sistemas portuários, rodovias, etc.;
• agropecuária com base na biotecnologia - alimentos geneticamente modificados (transgênicos), animais clonados, etc.;
•fábricas robotizadas, prédios comerciais e residenciais inteligentes, bolsas de valores eletrônicas, etc

REDE
Refere-se às múltiplas formas de interação entre indivíduos e comunidades, seja para lazer, trabalho ou projetos de mobilização social.

Facilidades da Internet
Por meio da Internet, as pessoas podem conhecer o mundo sem sair de casa, fazer pesquisas, produzir o seu de conhecimentos. Além disso, aumenta a proximidade entre as pessoas nas redes sociais  .
O uso da internet traz também um “ingrediente perigoso” aos seus usuários, a facilidade de comunicação na rede que criaram novas modalidades de crimes, os crimes virtuais. Podemos citar como exemplo dessa prática as fraudes de redes ilegais, como pedofilia, venda de medicamentos sem prescrição etc.
 

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